sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Eu não sou uma aberração
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Equivalência
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Escuridão
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Inacabável
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Realidade
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Eu odeio a minha irmã
sábado, 15 de outubro de 2011
Você nunca está sozinho
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Boneca
Logo após sua filha morrer, o homem coloca a casa para vender. Ele está triste, magoado. Gostava tanto da filha, que teve um acidente domiciliar, tão trágico, tão triste.
Aulas de inglês
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Finalmente
Telefonemas
"Há quem diga por ai que hoje em dia fantamas e espíritos conseguem se comunicar através de telefones
e celulares com as pessoas vivas. Pare para pensar. Você ja deve ter recebido uma ligação de um numero desconhecido tarde
da noite, ou de madruga. Da proxima vez que isso acontecer, faça um esforço e atenda, quem sabe aquele
seu amigo que morreu atropelado ou sua tia que falaceu mês passado não queria dar uma palavrinha com você."
Para fechar a noite, outro conto de minha autoria. Boa noite, e cuidado com aquele ser que vive dentro do seu armário.
O barulho
Está chovendo lá fora e ja é tarde da noite. Você está sozinho em sua casa e está em seu quarto fazendo um trabalho. Tudo andava tranquilamente quando até que você ouve um barulho vindo debaixo de sua cama. "É apenas o Bob brincando" pensou. Bob era seu gato de estimação. Novamente você ouve o barulho. Um pequeno baque. Resolve não dar muita atenção, pois faltava muito para terminar seu trabalho. Mais uma vez, escuta o barulho. "Ei Bob, para já com isso!" grita para seu gato. Parece ter funcionado, pois você fica um bom tempo em paz novamente... *TOC*.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Sozinho em casa
Você engole em seco, pega o telefone à sua direita e começa a discar 190. Você olha novamente para o vidro enquanto leva o telefone para sua orelha, e percebe que o homem está muito mais perto de você agora.
Você derruba o telefone em choque. Não tem nenhuma marca de pegadas na neve.
Aquilo era um reflexo.
A corrente

Você deve conhecer essas correntes que recebemos por email. Essas do tipo “Se você ama o Buda, envie isso para 50 pessoas em 5 minutos ou cairá um raio em sua cabeça.” ou aquelas “Joãozinho tem uma forte gripe e febre, mas sua família não tem dinheiro para o tratamento, então para cada email, a Apple dá a ele 10 centavos e blá blá blá.” Então, você já deve ter recebido uma dessas, e até mesmo deve ter acreditado e reenviado para todos os seus contados. Ana Caroline também nunca acreditou.
Ela odiava receber essas coisas, e já nem as lia, excluía direto. Certo dia, ela recebeu uma corrente dessas por email, de uma amiga dela, Jane, que também odiava correntes. Ela achou estranho, e por isso deu uma atenção privilegiada ao email. Nele, dizia exatamente isso: “Todos nós temos um desejo, um sonho, uma coisa que queremos muito. Se você também tem algo que quer muito, mande isso para 10 pessoas. 1 hora depois de enviar para a última pessoa, algo muito bom acontecerá: aquilo que você mais deseja.”
Ana Caroline deu risada ao ler, e pensou que podia ser uma brincadeira de sua amiga. No outro dia, Jane veio correndo ao seu encontro dizendo que sua mãe tinha sido curada do câncer. E o mais estranho de tudo, Jane recebeu a noticia depois que ela enviou a corrente. Ana achou que podia ser brincadeira, mas quando chegou em casa, foi direto para o email. Leu e releu ele umas 200 vezes. Pensou bem, e viu que não tinha nada a perder e o enviou para 10 pessoas, amigos com quem não conversava direito. Quando enviou o último email, era 3:20 da tarde. Foi escutar música e terminar um trabalho.
Um tempo depois, seu celular vibrou. Era um número estranho, que não conhecia, mas atendeu do mesmo jeito. “Alô! Oi Ana, lembra de mim? Sou eu, Pedro, amigo do Jeferson!”. Ana se assustou a ponto de quase derrubar o celular. Se alguém a visse naquele momento, diria que estava pálida. Também tremia. Olhou para o canto da tela do PC. 4:20, marcava o relógio. Aquilo não podia estar acontecendo. Era impossível. “Oi...” respondeu Ana Caroline. Estava tremendo. Não sabia se de susto, de alegria, medo ou seja lá o que fosse. “Então, pensei se gostaria de sair hoje, comigo, à noite?” perguntou ele, alegremente. “Ah, sim, claro...” disse a garota. Tinha conhecido Pedro em uma festa, ele era amigo de Jeferson, faziam o cursinho juntos. Ela não sabia explicar direito, mas estava apaixonada por ele.
Pensava que era amor a primeira vista, pois nem conversar tinha direito com o rapaz. Tudo o que mais queria era sair para conversar com ele, sozinhos. A corrente tinha realmente funcionado? Ou seria coincidência? O que importa é que naquela noite eles saíram juntos, e no final do mês já estavam namorando. Tempos depois, resolveu contar para sua amiga Jane, que a corrente tinha funcionado com ela também. “Ah, Ana, preciso contar uma coisa para você, antes de eu mandar aquela corrente, eu já tinha recebido a noticia que minha mãe estava curada.” Ana ofegou. “Quer dizer então que ela não funcionou para você?”. Jane mexeu a cabeça negativamente.
Dizem por ai que Ana Caroline agora lê todas as correntes que recebe.
Por que você não tenta também? Quem sabe dá certo? Você poderia ganhar na loteria, ou ficar com aquela garota bonita que estuda com você. Leia com mais atenção as correntes que recebe. Aquele seu desejo mais íntimo pode se realizar, como em um passe de mágica.
Escrito por mim, espero que tenha ficado bom. baseado em fatos reais, acredite
domingo, 9 de outubro de 2011
A Menina e o Cachorro
No meio da noite ela acorda por causa de um som de gotas vindo do banheiro. A menina está muito assustada para ir ver o que era então ela estendeu sua mão para baixo da cama. Ela sentiu a lambida, obviamente de seu cachorro, e então voltou a dormir. Mais tarde, ela acorda novamente por causa do som das gotas, estende sua mão para baixo da cama, sente a lambida àspera, e volta a dormir. Novamente, ainda mais tarde, ela acorda, estende a mão e sente a lambida, que a tranquilizava um pouco.
o nosso querido blog, não achei melhor que esta.
Alias, um abraço à todos, e bons sonhos...


