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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Eu não sou uma aberração


Galopando, sem direção, sem rumo, eu vou, pela mata afora, pelos campos inexplorados, ou pelas vilas mal povoadas. O vento caminha junto comigo, carregando ao meu passo as folhas solitárias que pintam o chão dos mais variados tons de verde. A noite é a minha morada, a lua, minha protetora. Mas a escuridão, essa que acompanha a noite, se transforma em uma estranha e fantasmagórica luz a minha presença... Uma luz morta, sem brilho. Ao escutar o meu galope, à distância, você pode se sentir seguro pensando que sou apenas mais um animal solto por aí, mas ao me aproximar, você verá que está errado. Você sentirá medo e terror, e eu ficarei feliz vendo sua expressão de assombro. Você tentará correr e se esconder, mas isso não adianta, eu tenho uma maldição... Uma maldição apavorante que acompanha meu galope. Eu posso ver qualquer coisa, nenhum detalhe me escapa, nada pode se esconder perante a mim. Eu sou um ser iluminado pelo fogo maldito, que arde em minhas estranhas, transformando meu aspecto em algo terrível, assombroso, algo que você nunca desejará presenciar. Não adianta se esconder, caro amigo. Eu tenho fogo saindo de meu pescoço, fogo esse que ilumina seu medo e que queima a sua carne suja, uma maldição que transforma seu pavor em morte. Meu galope será a ultima coisa que você irá escutar, o meu calor a última sensação que você irá sentir. Eu não sou uma aberração. Eu sou a Mula sem cabeça.

Uma visão diferente de um clássico do folclore brasileiro, adaptada por mim.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Equivalência

O silêncio alastrava-se pela mata, e o breu tomava conta de tudo. O vento balançava as folhas mais altas das arvores, enquanto os animais vagavam rapidamente até suas tocas. 
Os passos podiam ser ouvidos agora, e vinham de uma parte da floresta, de onde os animais fugiam alvoroçados.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Escuridão

Chega um certo momento da sua vida, que quando você menos esperar, tudo fica escuro. Você tenta com todas as forças, mas aquela escuridão não passa. Você vê apenas escuridão. O desespero toma conta de você. Você não consegue, por mais que tente, escutar ninguém. Apenas silêncio, um silêncio desesperador. Sua voz não sai, e seu corpo não responde. A escuridão toma conta de tudo, corrói sua alma e consome seu corpo. Nada mais existe, apenas a escuridão infinita. Não adianta tentar mais nada. A escuridão já se apoderou de você. Você morreu.

Um texto bem pequeno em comparação aos que virão. Não percam as novas atualizações do blog e que os espíritos vos acompanhem o/

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Inacabável

Pense bem, quais escolhas você irá fazer na sua vida.
Eu te aviso, realmente, pense. Caro jovem, você ainda tem tempo.
Caso você que está lendo isso agora, não seja jovem, desista, não existe aquilo de “ainda há chance pra concertar as coisas” porque chances são para as pessoas boas.
Você não é bom, sabe que não é. Tente se lembrar, dos favores não feitos, das fugidas de casa, das coisas esquecidas “sem querer”, da cobiça do próximo, entre outros casos. Você sabe.
Eu pensei assim como você, que iria para um lugar bom, que iria gostar de lá, que iriam me perdoar, por desejar as coisas do próximo... Por fazer tantas coisas de que já nem me lembro mais.
Você não gostaria de saber de onde estou escrevendo essa carta, tampouco gostaria de saber como estou escrevendo.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Realidade

Martin andava lentamente por um beco. A névoa era muita, então ele não podia distinguir muita coisa. Mesmo assim, continua seguindo em frente. O silêncio era absoluto, ele não ouvia nem sequer o barulho de seus passos. Continou caminhando pelo que pareceu uma eternidade, e então começou a distinguir o fim do beco. Em um canto, dois vultos. Tinha medo, mas suas pernas não lhe obedeciam, e continuou avançando. Conseguiu distinguir melhor os vultos. Parou, assustado,  quando percebeu que um dos vultos estava na verdade jogado no chão. 

Era uma mulher. Uma mulher, que em vida, deveria ter sido muito bonita, mas agora seu olhar era frio... como se estive muito longe. Seu cabelos loiros estavam sujos de sangue, e sua pele, estava pálida. Diante da mulher, estava outra pessoa. Um homem alto de óculos, os cabelos bagunçados, o rosto marcado por cicatrizes. Ele segurava uma faca, que, para maior espanto de Martin, estava suja de sangue. Martin continou observando os dois, por um tempo, até que o homem de óculos começou a gargalhar. E então, olhou para Martin. Seus óculos brilharam e ele sorriu. Mas não era um sorriso de algeria, era um sorriso sombrio...

No susto, Martins acordou. Olhou ao redor, estava em seu quarto. Aquilo tudo foi um pesadelo. Levantou-se, pegou seu óculos e se dirigiu para o banheiro. Parou na frente do espelho. Não sabia porque, mas estava sentindo uma sensação estranha. Lentamente, foi virando seu rosto para o espelho. Seus cabelos estavam, como sempre, bagunçados, seu rosto, marcados por cicratizes e seu óculos pareceu brilhar com a claridade. Nunca ficou sabendo se aquilo foi coisa da sua cabeça, mas seu reflexo pareceu ganhar vida, e sorriu para ele, mas não era um sorriso de alegria, era um sorriso sombrio...

Mas um de minha autoria, espero que gostem.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Eu odeio a minha irmã

Josh era um rapaz normal. Tinha 15 anos, estudava, namorava, praticava esportes. Bom, ele quase era normal. Tudo por causa de sua uma coisa: seu ódio mortal por Annabeth. Annabeth era sua irmã mais velha.

Os dois viviam em guerra, mas não era porque ele queria. A irmã vivia provocando ele, e aproveitava os mais pequenos erros de Josh para humilha-lo. Josh realmente a odiava, mais do que tudo. Mas o problema era que esse ódio as vezes lhe subia a cabeça e o atrapalhava em seus deveres.

Certo dia, Josh usou o computador de Annabeth sem pedir, pois tinha pressa em entregar um trabalho e o seu tinhado dado problema. Depois, foi revisar seu texto na sala.

- Ei, Josh - disse Annabeth, se dirigindo para onde Josh estava sentado, concentrado em seu trabalho.
- O que foi? - perguntou ele
- Você usou meu computador sem permissão? - podia-se perceber que estava começando a ficar nervosa.
- Ah, sim, eu precisava de uma informação para terminar meu trabalho aqui... - disse ele rapidamente, acenando com o papel na mão.
- QUANTAS VEZES VOU TER QUE DIZER QUE NÃO QUERO QUE USE MEU COMPUTADOR SEM MINHA AUTORIZAÇÃO? - agora ela estava bem irritada.
- Ja te disse, era importante, precisava terminar meu trabalh... - e antes que ele terminasse, ela já estava gritando novamente.
- SEU MENTIROSO! USOU MEU COMPUTADOR PARA JOGAR! - ela então deu um forte tapa na cara de Josh, jogando ele no chão.
- Meu trabalho... - sussurrou ele, entrando em lágrimas, mas não de tristeza, mas de ódio, raiva.

Bufando, Annabeth voltou para seu quarto. Aquilo nem era comparado ao que ja tinha acontecido ao coitado de Josh. Ele ja tinha sofrido muito mais na mão da sua irmã. Terminou seu trabalho e foi também para seu quarto, dormir. Uma boa noite de sono, e ja nem lembraria mais do acontecido... quem sabe. Mas aquilo não saia de sua cameça. Aquilo ja era demais. Não aguentava mais ser humilhado pela irmão. Tomou um decisão que julgava ser a melhor, e dormiu.
Era sabado, mas mesmo assim Josh acordou cedo. Foi direto para a cozinha. Devia ser umas 7 horas da manha, pois seus pais ainda não tinham acordado. Pegou o que precisava e se dirigiu ao quarto de Annabeth. Era muito sorte, a porta do quarto dela estava destrancada. Ela não era acostumada a dormir sem trancar a porta. Entrou no recinto sem fazer ruido algum. Ela dormia em um sono profundo, mas Josh pisou em algo que a despertou do sono rapidamente. A cara que ela fez Josh nunca mais esqueceu. Era de susto, terror, medo.

Devia ser porque ele segurava o facão de cortar carne de sua mãe e tinha um sorriso macabro no rosto.
- Os meus dias de sofrimento acabaram - ele sussurrou. Ela quase gritou, mas ele foi mais rapido e pulou em cima dela, tapandando sua boca. - Isso é por tudo que me fez - e ergueu o facão, tirando a mão da boca dela. - O que eu te dizia, me desculpe, era para o seu bem! - ela disse, em lágrimas. Josh na hora não acreditou. Todas as humilhações, os chingamentos, as brigas, eram tudo para o bem dele? Só podia ser brincadeira. Esquecendo que seus pais estavam dormindo, deu uma grande gargalhada assustadora. Estava completamente consumido pela raiva e pelo ódio. Com grande rapidez, cravou o facão no peito da irmã.

- Eu... te... amo... - disse ela, antes de morrer, chorando, e com o sangue manchando sua roupa e o cobertor. - E eu com isso? Eu te odeio, isso é o que importa - disse, olhando para o corpo de sua irmã, e foi saindo do quarto. Quando estava quase alcançando a maçaneta, escutou um ruido. Sua irmã estava de pé, do lado da cama. Ela retirou o facão do peito, o sangue ainda escorrendo em sua roupa e depois pingando no chão. Olhou para ele. Seus olhos eram vermelhos e tinha uma expressão demoniaca. - Seus dias de sofrimento acabaram? - e então começou a se aproximar dele. - Irmão tolo, eles ainda nem começaram.


O título é referente a história, ok? hehehehehe

sábado, 15 de outubro de 2011

Você nunca está sozinho

Agora são meia noite. Você está navegando pela internet, mesmo sua mãe insistindo para você ir dormir. "A noite é uma criança" você pensa. Sua mãe desiste e vai dormir. Você continua navegando. Você não está nem um pouco com sono, e pensa agora que poderia ficar até amanhacer nevagando, navegando, navegando nas ondas da web. Agora sozinho, você pode fazer o que quiser no computador, ninguem está te observando. Errado. Você nunca está sozinho. Existe alguem nesse momento olhando para você. Você agora repara no ambiente, procurando buscar alguem que esteja no recinto e você não tenha percebido. Você não encontra ninguem, e volta a atenção pro computador. Olhe atentamente. Ele está ali, no seu canto. Você o deixou ali, para usar outra hora, quando precisasse. Olhe mais atentamente, procure. Alguem observa você, no momento desesperado, procurando a pessoa que te observa. Olhe muito mais atentamente...

Sua webcam. Alguem nesse momento, atraves dela, observa todos os seu movimentos.

Criado por mim, CreepyLucas e postado agora, meia noite.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Boneca

Uma historinha da minha autoria pro pessoal aí.
um abraço à todos, e bons sonhos.

Logo após sua filha morrer, o homem coloca a casa para vender. Ele está triste, magoado. Gostava tanto da filha, que teve um acidente domiciliar, tão trágico, tão triste.
Arruma os móveis da casa, para mudança. Mora sozinho, sua mulher, e recentemente sua filha, haviam-se ido, deixando-o sozinho.
Quando adentrou o quarto da filha, têm uma pontada de desespero e tristeza. Olha o cômodo que agora emana uma energia negativa, de tristeza.
Os homens da mudança retiram a pequena cama da garota, seu guarda-roupas, e todos os movens em tons infantis, cor de rosa.
Enquanto retiram as coisas da garotinha, o pai percebe a presença de algum brinquedo. Era uma boneca de porcelana, daquelas de aparencia antiga.
O pai, que não gosta da aparencia da boneca, que lhe traz lembranças da filha, pega o brinquedo, analiza e coloca em um dos cantos do quarto, com a finalidade de deixa-lo ali. Talvez os novos donos da casa, reutilizassem o brinquedo, coisa que ele não faria.
Sai da casa, liga seu carro, olha uma ultima vez para a casa, e vai-se embora.
Chega na casa nova, no primeiro dia, e coloca todos os móveis, na casa grande, e vai dormir. Amenhece, termina de arrumar os móveis e localiza-los, quando vê uma caixa estranha, que ele não empilhou no meio das outras mudanças. Retira-a dali, e abre-a.
Dentro da caixa, esta a boneca de porcelana, de sua filhinha, e o seguinte bilhete.
"PAPAI, O SENHOR ESQUECEU A MINHA BONEQUINHA"



Aulas de inglês

Na sala de aula, Jonas escutava a explicação com o mínimo de atenção. A professora falava sobre coisas que por mais que quisesse, ele não entendia. Odiava aula de inglês. Ela olhou para Jonas e viu que o garoto estava quase dormindo.
- Ei, menino! Presta atenção! Isso aqui vai cair na prova! - disse, enraivecida.
- E eu com isso? - respondeu o menino, maroto.
A professora, agora bufando de raiva, se descontrolou e tacou o apagador na cabeça de Jonas. O acertou bem na testa, jogando-o no chão.
- Você vai se arrepender por isso! - gritou Jonas, passando a mão pela testa ensanguentada. Antes que a professora pudesse se desculpar, ele saiu da sala apressadamente, sem antes olhar para a mulher com um olhar, estranho, misterioso.

Na noite do dia seguinte, o homem chegou em casa.
- Querida, cheguei! - gritou animado, e como não recebeu resposta, foi para o escritório, onde a mulher deveria estar concentrada, preparando aulas.  Quando abriu a porta, a cena era assustadora: sua mulher, jazia no chão, toda cortada e com uma faca espetada na barriga. Perto de seu corpo, reparou, estava um apagador, que antes de era todo branco de giz, mas agora estava rubro, por causa do sangue. Olhou ao redor, para ver se tinha mais alguem, o assassino, mas o que viu foi algo estranho, escrito na parede, como o sangue da mulher:

"ESSA DAI FOI ENSINAR INGLÊS NO INFERNO."

Outro conto de minha autoria, espero que gostem.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Finalmente

Anda rápido, corre pelo corredor mal iluminado, e soa bastante. Ele não faz ideia de onde está, só pode ouvir pingos de chuva perto do lugar. E passos podem ser ouvidos, seguem-no, enquanto ele corre pela casa. E quanto mais tenta fugir, mais se perde pelo local. Está demasiado escuro, exceto por um feixe de luz que vem de uma das portas. Ele olha para a porta, a luz se apaga, e quando torna à ligar, há alguem, uma pessoa desconhecida, que ria para ele.
Acorda muito assustado, suando em sua cama. Treme, respirando fundo.
Levanta-se, precisa ir tomar um copo de agua, no mínimo.
Anda pelo corredor da casa, esta escuro, chove lá fora. Então, a iluminação da pisca, e ele pode ouvir passos, perto de si.
Corre, sem pensar duas vezes. Chega à cozinha, e tateia a pia para pegar algo pelo escuro, uma faca, que seja.
Armado, torna à olhar para frente, onde vê apenas um feixe de luz, que vem do corredor.
A luz acende, e ele fita a porta. Não há ninguem.
Corre para o quarto dos pais, para avisar que há alguem na casa. Chamar o pai para averiguar a casa.
Chega no quarto, e encontra a seguinte cena: Seu pai e sua mãe esfaqueados em cima da cama.
A luz do quarto apaga, e atrás dele dois olhos brilham no escuro, uma lenta e cansada voz soa entre seus ouvidos. 
“FINALMENTE”.


Aí vai um conto que eu escrevi hoje...
Tomara que gostem, abraços e
bons sonhos...

Telefonemas


"Há quem diga por ai que hoje em dia fantamas e espíritos conseguem se comunicar através de telefones
e celulares com as pessoas vivas. Pare para pensar. Você ja deve ter recebido uma ligação de um numero desconhecido tarde
da noite, ou de madruga. Da proxima vez que isso acontecer, faça um esforço e atenda, quem sabe aquele
seu amigo que morreu atropelado ou sua tia que falaceu mês passado não queria dar uma palavrinha com você."

Para fechar a noite, outro conto de minha autoria. Boa noite, e cuidado com aquele ser que vive dentro do seu armário.

O barulho


Está chovendo lá fora e ja é tarde da noite. Você está sozinho em sua casa e está em seu quarto fazendo um trabalho. Tudo andava tranquilamente quando até que você ouve um barulho vindo debaixo de sua cama. "É apenas o Bob brincando" pensou. Bob era seu gato de estimação. Novamente você ouve o barulho. Um pequeno baque. Resolve não dar muita atenção, pois faltava muito para terminar seu trabalho. Mais uma vez, escuta o barulho. "Ei Bob, para já com isso!" grita para seu gato. Parece ter funcionado, pois você fica um bom tempo em paz novamente... *TOC*. 

Aquilo ja era demais. "Ei Bob, para com isso ou te jogo na chuva!" você grita para o gato, ainda mais alto. Bob era bastante peralta e gostava de brincar debaixo da cama dos outros. *TOC*. Quando vai para gritar novamente, você sente um leve suspiro nos seus pés. Assustado, olha para baixo. Aquilo era um absurdo. Tinha esquecido completamente. Bob dormia fazia muito tempo ao lado de seus pés. *TOC*. Agora o barulho era maior e assustador. Você tem certeza que não era seu gato. Você está sozinho em casa. *TOC*. 

Você lentamente vira a cabeça para a direção da cama. *TOC*. Agora que reparou, o barulho realmente não vinha de debaixo da cama, vinha da janela. Era o barulho de algo batendo em vidro. Olhou rapidamente para ela. Um rosto pálido e esquelético estava colado ao vidro, e com sua mão ossuda, bateu mais uma vez. *TOC*.

Escrito por mim, pode não estar muito bom, mas o que vale é a intenção.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Sozinho em casa

Você está sozinho em casa, escuta no noticiário o perfil de um assassino que está foragido. Você olha para porta de vidro que leva ao quintal e nota um homem parado na neve. Ele se encaixa perfeitamente no perfil do assassino, e ele está sorrindo para você.

Você engole em seco, pega o telefone à sua direita e começa a discar 190. Você olha novamente para o vidro enquanto leva o telefone para sua orelha, e percebe que o homem está muito mais perto de você agora.

Você derruba o telefone em choque. Não tem nenhuma marca de pegadas na neve.

Aquilo era um reflexo.

A corrente


Você deve conhecer essas correntes que recebemos por email. Essas do tipo “Se você ama o Buda, envie isso para 50 pessoas em 5 minutos ou cairá um raio em sua cabeça.” ou aquelas “Joãozinho tem uma forte gripe e febre, mas sua família não tem dinheiro para o tratamento, então para cada email, a Apple dá a ele 10 centavos e blá blá blá.” Então, você já deve ter recebido uma dessas, e até mesmo deve ter acreditado e reenviado para todos os seus contados. Ana Caroline também nunca acreditou.

Ela odiava receber essas coisas, e já nem as lia, excluía direto. Certo dia, ela recebeu uma corrente dessas por email, de uma amiga dela, Jane, que também odiava correntes. Ela achou estranho, e por isso deu uma atenção privilegiada ao email. Nele, dizia exatamente isso: “Todos nós temos um desejo, um sonho, uma coisa que queremos muito. Se você também tem algo que quer muito, mande isso para 10 pessoas. 1 hora depois de enviar para a última pessoa, algo muito bom acontecerá: aquilo que você mais deseja.”

Ana Caroline deu risada ao ler, e pensou que podia ser uma brincadeira de sua amiga. No outro dia, Jane veio correndo ao seu encontro dizendo que sua mãe tinha sido curada do câncer. E o mais estranho de tudo, Jane recebeu a noticia depois que ela enviou a corrente. Ana achou que podia ser brincadeira, mas quando chegou em casa, foi direto para o email. Leu e releu ele umas 200 vezes. Pensou bem, e viu que não tinha nada a perder e o enviou para 10 pessoas, amigos com quem não conversava direito. Quando enviou o último email, era 3:20 da tarde. Foi escutar música e terminar um trabalho.

Um tempo depois, seu celular vibrou. Era um número estranho, que não conhecia, mas atendeu do mesmo jeito. “Alô! Oi Ana, lembra de mim? Sou eu, Pedro, amigo do Jeferson!”. Ana se assustou a ponto de quase derrubar o celular. Se alguém a visse naquele momento, diria que estava pálida. Também tremia. Olhou para o canto da tela do PC. 4:20, marcava o relógio. Aquilo não podia estar acontecendo. Era impossível. “Oi...” respondeu Ana Caroline. Estava tremendo. Não sabia se de susto, de alegria, medo ou seja lá o que fosse. “Então, pensei se gostaria de sair hoje, comigo, à noite?” perguntou ele, alegremente. “Ah, sim, claro...” disse a garota. Tinha conhecido Pedro em uma festa, ele era amigo de Jeferson, faziam o cursinho juntos. Ela não sabia explicar direito, mas estava apaixonada por ele.

Pensava que era amor a primeira vista, pois nem conversar tinha direito com o rapaz. Tudo o que mais queria era sair para conversar com ele, sozinhos. A corrente tinha realmente funcionado? Ou seria coincidência? O que importa é que naquela noite eles saíram juntos, e no final do mês já estavam namorando. Tempos depois, resolveu contar para sua amiga Jane, que a corrente tinha funcionado com ela também. “Ah, Ana, preciso contar uma coisa para você, antes de eu mandar aquela corrente, eu já tinha recebido a noticia que minha mãe estava curada.” Ana ofegou. “Quer dizer então que ela não funcionou para você?”. Jane mexeu a cabeça negativamente.

Dizem por ai que Ana Caroline agora lê todas as correntes que recebe.

Por que você não tenta também? Quem sabe dá certo? Você poderia ganhar na loteria, ou ficar com aquela garota bonita que estuda com você. Leia com mais atenção as correntes que recebe. Aquele seu desejo mais íntimo pode se realizar, como em um passe de mágica.

Escrito por mim, espero que tenha ficado bom. baseado em fatos reais, acredite

domingo, 9 de outubro de 2011

A Menina e o Cachorro

Uma pequena garota estava sozinha em casa com seu cachorro pequenino. Quando a noite chegou, ela trancou todas as portas e tentou trancar todas as janelas, mas uma se recusava a fechar.
Ela decidiu deixar a janela destrancada, já que não conseguira trancar com sua pouca força, e então foi para cama. Seu cachorro tomou seu lugar de costume: em baixo de sua cama.

No meio da noite ela acorda por causa de um som de gotas vindo do banheiro. A menina está muito assustada para ir ver o que era então ela estendeu sua mão para baixo da cama. Ela sentiu a lambida, obviamente de seu cachorro, e então voltou a dormir. Mais tarde, ela acorda novamente por causa do som das gotas, estende sua mão para baixo da cama, sente a lambida àspera, e volta a dormir. Novamente, ainda mais tarde, ela acorda, estende a mão e sente a lambida, que a tranquilizava um pouco.

Agora curiosa sobre o som das gotas, ela se levanta e lentamente anda até o banheiro, enquanto o som dos pingos ficava mais alto de acordo com que ela ia se aproximando. Ela chega ao banheiro e liga a luz. E então, ela é recebida por um horrível sinal: pendurado no chuveiro estava seu cachorro com a garganta cortada e o sangue caindo na banheira, formando assim o barulho dos pingos.
Mas o que mais lhe chamara a atenção, fora alguma coisa no espelho do banheiro e assim ela virou. Então, escrito no espelho, com o sangue de seu cachorro, estavam as seguintes palavras: "HUMANOS TAMBÉM SABEM LAMBER"

Sim, essa história é velha. Mas, para inagurar
o nosso querido blog, não achei melhor que esta.
Alias, um abraço à todos, e bons sonhos...