terça-feira, 11 de outubro de 2011
Katrin Malen
domingo, 9 de outubro de 2011
O Menino
Numa cidade do interior, havia um médico totalmente cético. Não tinha religião, nem acreditava em Deus. “Graças a Deus”, para ele era uma expressão que não existia. Ele achava que, se conseguia salvar pessoas, era por causa dele próprio e/ou dos remédios, enfim, da medicina.
Como era o único médico daquela cidadezinha, numa noite chuvosa ele escutou alguém batendo em sua porta. Foi verificar. Era um menino que morava numa fazenda não muito longe dali. O menino aparentemente vinha pedir socorro para a mãe que estava doente, vítima de uma virose que atacava a região. O menino estava todo molhado. Então o médico lhe ofereceu chá quente e uma toalha para se secar, e logo em seguida os dois seguiram de carro até a fazenda.
Ao chegar na humilde casa do garoto, o médico dirigindo-se rapido ao quarto da mulher, percebeu que se a mãe não recebesse cuidados médicos, morreria ali mesmo. Não havia muitos recursos na casa e enquanto o médico cuidava da mãe, o menino ajudava-o. Depois de um tempo o menino foi para um outro cômodo da casa, provavelmente o quarto ao lado, enquanto a mãe dele acordava.
Quando ela reconheceu o médico, ficou agradecendo-o por ter ido até lá e salvado a vida dela. Ela perguntou ao médico como ele havia chegado até a casa dela, sendo que não havia meios de irem avisá-lo. Então ele respondeu que tinha sido aparentemente o filho dela que tinha ido até a casa dele para avisar sobre ela.
A mãe espantada respondeu: “Mas doutor, meu filho já está morto há 3 dias...” O médico então, correu para o quarto ao lado, e ao abrir a porta, constatou que, em cima da cama, no quarto ao lado de sua mãe, lá estava o menino. E morto.
O Texto do Site
Texto do site:
Não achem que eu sou apenas mais um louco ou alguém que não tem nada de melhor para fazer, pois estou correndo um grande risco de mandar essa mensagem para você.
Olhe, é a sua opção acreditar ou não, mas eu sou um visitante de um futuro não tão distante assim. Sim, nós conseguimos fazer o sonho de todo mundo virar realidade, visitar o passado é uma coisa realmente incrível, ver como tudo aconteceu, mas com um olhar diferente.
Para pra pensar um pouco, não deve ser difícil de acreditar. Mas nem tudo é um mar de rosas, existem regras que jamais podem ser quebradas, e eu estou quebrando a principal delas vindo aqui, já que você jamais pode conversar com as pessoas do passado, e por isso, eu vou provavelmente ser morto por quebrar essa regra, mas avisar vocês é mais importante que a minha vida, pois o que vocês passarão é pior que a própria morte. Eu não posso dizer exatamente o que é, pois a censura bloquearia minha mensagem. Contudo, eu posso passar uma pequena informação.
Trás para perto de ti aquele sentimento que você tinha quando criança, sobre aqueles que te observam no escuro.
Vermelho
Quando está no caminho para seu quarto, ele nota que de frente para o seu, há um quarto sem marcação (número). Com curiosidade, ele olha pela fechadura do quarto e vê uma mulher extremamente pálida de costas para a porta, olhando para a janela. Sem nada estranhar, ele vai dormir. No outro dia ele acorda, e com mais curiosidade, resolve olhar de novo, e tudo que vê pelo pequeno buraco da fechadura é vermelho. Ele logo pensa "provavelmente a mulher notou que eu estava olhando e colocou algo vermelho para bloquear a fechadura”. Depois, não aguentando a curiosidade, ele, quando já está saindo do hotel, pergunta à garota que fica no balcão:
"Quem é aquela mulher que está no quarto à frente do meu?"
A garota, chocada e com um olhar de extrema surpresa responde:
"Naquele quarto, uma vez, ficou uma família. O pai, numa crise de raiva, assassinou a mulher e os filhos, se matando depois. E o mais curioso, é que a característica mais marcante da familia é que todos tinham todo o corpo muito pálido, exceto pelos olhos, que eram estranhamente vermelhos”.

